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Óvulos sobredotados procuram-se, as levis estão fora de moda e
hóteis só para mulheresA intensidade da paixão pode ser medida
através de uma simples análise sanguínea. Uma equipa de investigadores do Instituto de
Psiquiatria da Universidade de Pisa (Itália) concluiu que estavam apaixonados os que
pensavam no parceiro, pelo menos, quatro horas por dia. Seleccionaram 20 estudantes que
encaixavam neste quadro, testaram-lhes o sangue e constataram que havia uma redução na
ordem dos 40% de uma proteína cuja função é ajudar a serotonina, um neurotransmissor,
a chegar às células nervosas. Os investigadores verificaram que terminado o namoro ou
atingida a sua fase de amor pleno, entre seis a 18 meses depois, os níveis da dita
proteína voltavam ao normal.
Em breve será possível prever se uma mulher grávida vai dar à luz prematuramente.
Uma equipa de médicos da Universidade de Newcastle (Austrália) descobriram que a
libertação de uma hormona, a cortocotropina, determina a duração da gravidez e que
esta espécie de relógio biológico começa a funcionar desde o momento da concepção.
Pelo acompanhamento de 500 grávidas, os especialistas verificaram que os níveis da
hormona vão aumentando à medida que a gestação progride e que esta desencadeia uma
série de reacções bioquímicas que originam as contracções do útero e posteriormente
a sua dilatação. Os médicos observaram, por outro lado, que as mulheres que tinham
níveis elevados de corticotropina no início da gravidez estavam mais predispostas a ter
um parto prematuro do que as que tinham níveis baixos. Concluíram ainda que a
libertação da hormona corticotropina influencia a produção de estrogéneos e de
prostaglandina, uma hormona que intervém na dor e na inflamação. Os médicos acreditam
que a partir destas descobertas será possível desenvolver, dentro de quatro ou cinco
anos, medicamentos que regulem a duração da gravidez.
Um hotel só para mulheres é a nova aposta do Grupo francês ACCOR,
proprietário das cadeias Sofitel, Ibis, Novotel, Mercure, Coralia e Formule 1. É que a
clientela dos hotéis é constituída por um número crescente de mulheres que, em muitos
casos, viajam sozinhas, quer por razões de trabalho, quer em férias. E frequentemente as
mulheres são importunadas nos bares dos hotéis ou nos restaurantes. O primeiro hotel em
França concebido especialmente para mulheres, cujo nome será Adagio, deverá ser
inaugurado no próximo Outono em Lesquim, nos arredores de Lille, uma zona muito
industrializada. Terá uma capacidade de 70 suites, cada uma delas dividida em zona de
dormir e zona de trabalho. Esta última, estará equipada com cabos informáticos e
disporá de um microndas e de utensílios que permitirão confeccionar refeições. O
serviço de pequeno-almoço será assegurado, mas o restaurante é substituído por uma
loja de produtos congelados. Acontece, porém, que nem todos os clientes habituais (homens
e mulheres) dos hotéis do grupo gostaram da ideia, acusando-a de ser uma tentativa para
criar sexismo comercial. Ainda por cima, os clientes masculinos há muito que reclamavam
este tipo de equipamento. Se a ideia resultar, o grupo Accor está a pensar criar uma
cadeia Adagio em toda a França.
Um casal norte-americano dispõe-se a pagar mais de nove mil contos por óvulos
provenientes de uma mulher alta, superdotada e atractiva. A intenção foi publicada num
anúncio que circulou em algumas universidades do país. Concretamente, as candidatas
deveriam medir 1,80 metros de altura, ser atléticas ter uma média alta de ingresso na
universidade e não serem portadoras de doenças hereditárias. As estudantes que
responderam ao anúncio eram sobretudo provenientes da Stanford University e do Institute
of Tecnology de Massachusetts, duas das universidades mais caras dos EUA e onde estudam os
"génios" do país.
As calças levis estão fora de moda, pela primeira vez em 100 anos. Uma
empresa nova-iorquina de estudos de mercado revelou que a mítica marca de
"jeans" passou de uma posição de 48,2 por cento no mercado dos tradicionais
"vaqueiros" nos EUA, em 1990, para ocupar apenas 25 por cento da fatia em 1998.
Na verdade, nos armários de muitos adolescentes ou não há um único par de Levi's ou
está para lá esquecido. Segundo outro estudo, conduzido pela Teenage Research Unlimited,
os jovens que há relativamente pouco tempo colocavam a marca no topo das suas
frequências relegam-na agora para um desprestigiante oitavo lugar. Neste momento, as
etiquetas mais valorizadas são as da Wrangler, da Lee e da Donna Karan.

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