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A fórmula do amor, alcoolismo feminino aumenta e escrita pode ser terapia O
amor traduz-se numa fórmula. Um cientista da Universidade de Nova Iorque acredita que
o amor se traduz na combinação de cinco factores e que estes podem ser medidos numa
escala de 1 a 10 mediante a comparação daquilo que se sente por um simples amigo. (1.7 x
A) + (1.5 x C) + (1.5 x D) + (1.3 x E). Assim, A corresponde ao que se sente por um
determinado amigo, B equivale à atracção intelectual que este suscita, C representa o
desejo de estar fisicamente perto dele, D é o quanto se deseja que o suposto amigo nos
deseje e equivale ao medo relativamente ao falhanço da relação. Para saber se está sob
o efeito do maior siga os seguintes passos: encontre os valores correspondentes às letras
A, B, C, D e tendo em mente um amigo; obtém o valor F. Repetir o procedimento pensando no
suposto objecto do seu amor; obtém L. Se F for maior do que L é porque não está
apaixonado. A fórmula foi calculada com base numa série de experiências e entrevistas
realizadas pelo especialista no EUA, Grã-Bretanha e Holanda ao longo de 20 anos.
Escrita terapêutica. Escrever sobre episódios traumáticos ocorridos no
passado tem efeitos terapêuticos para quem sofre de asma ou de artrite reumatóide. A
conclusão é de uma investigação publicada recentemente no «Journal of the American
Medical Association». O estudo foi feito com base na comparação de dois grupos de
doentes, os quais formam submetidos a 20 minutos diários de escrita, três vezes
consecutivas por semana. Aos elementos do grupo experimental, composto por 39 indivíduos
com asma e 32 com artrite, foi pedido que escolhessem um episódio das suas vidas
particularmente traumático e que escrevessem sobre eles. Aos indivíduos do grupo de
controlo (22 com asma e 19 com artrite) os especialistas pediram que escrevessem sobre as
suas experiências diárias. Ao fim de quatro meses de sessões de escrita, os cientistas
verificaram que o funcionamento pulmonar dos indivíduos do grupo experimental tinha
melhorado, contrariamente aos que pertenciam ao grupo de controlo. Do mesmo modo, os
doentes de artrite que escreveram sobre situações traumáticas tiveram uma redução nos
sintomas da doença, enquanto os que escreveram sobres as suas vivências diárias não
tiveram quaisquer melhoras.
Mulheres instruídas têm filhos mais tarde, mas a maior parte dos novos pais
têm menos de 29 anos, possui o ensino básico e está empregada. São dados do Instituto
Nacional de Estatística que constam de um estudo sobre a maternidade e paternidade. O
estudo refere que mais de metade das mães adolescentes são inactivas e que as
obrigações familiares com as crianças são a principal condicionante indicada pelas
mulheres para trabalharem a tempo parcial. O estudo diz ainda que as jovens mães recorrem
menos à assistência médica durante a gravidez do que as de idades mais avançadas e que
o número de mulheres fumadoras diminui substancialmente durante a gravidez em todos os
grupos etários. Consta ainda que as famílias menos numerosas têm aumentado a sua
importância relativa. Contudo, o desejo de ter dois filhos é maioritariamente manifesto
em todas as idades.
O alcoolismo feminino tem aumentado de forma significativa, nos últimos anos. O
fenómeno está sobretudo relacionado com a mudança de atitudes sociais e a própria
libertação da mulher, concluíram os participantes no III Congresso do GEPTRA que
decorreu na Praia do Carvoeiro, concelho de Lagoa. As congressistas concluíram que existe
uma grande incidência de consumo abusivo de álcool entre as mulheres notáveis,
sobretudo escritoras e artistas plásticas, tal como acontece com os intelectuais
masculinos. Um em cada quatro doentes alcoólicos é mulher, ao passo que esta relação
era de seis para um há alguns atrás, tendo o alcoolismo, em termos biológicos, efeitos
mais nocivos na mulher do que no homem.

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